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STF: gravidade dos fatos não autoriza atalhos, diz Fachin

ResumoO Supremo Tribunal Federal (STF), por meio do ministro Edson Fachin, declarou em Brasília que a gravidade dos fatos não autoriza atalhos processuais. A resposta judicial a supostas irregularidades no caso Banco Master e a vazamentos seguirá estritamente a legalidade. A manifestação ocorreu no Palácio do Planalto, reafirmando o compromisso institucional com o devido processo legal.

Em Brasília, Edson Fachin garantiu que a resposta do Judiciário a supostas irregularidades no caso Banco Master e vazamentos seguirá a legalidade. Declaração ocorreu no Planalto.

Bianca Reuter Camargo
Por Bianca Reuter CamargoEditora de Fact-Checking
Brasília · 04 de setembro de 2026 · 1 min de leitura
STF: gravidade dos fatos não autoriza atalhos, diz Fachin

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, afirmou nesta sexta-feira (4), em Brasília, que a resposta do Judiciário a supostas irregularidades na condução do caso Banco Master e ao vazamento de mensagens entre o ministro Alexandre de Moraes e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro será dentro da legalidade.

"A gravidade dos fatos não autoriza atalhos. Ao contrário! Quanto maior o desafio, maior deve ser o compromisso com a legalidade, o devido processo legal e as garantias constitucionais", declarou Fachin. Ele prometeu que a apuração seguirá os procedimentos da Constituição Federal.

As declarações foram dadas no Palácio do Planalto, durante a sanção de leis que criam fundos para a Justiça Federal, STJ, DPU e MPU. No evento, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu que a lei vale para todos: "Ninguém, em nome da Democracia, pode utilizar o cargo que tem em benefício pessoal". Lula também cobrou transparência para evitar que o Judiciário perca credibilidade.

Nesta semana, o ministro André Mendonça enviou a Fachin pedido de inquérito contra Moraes, após relatório da PF apontar indícios de relação com Vorcaro. Em resposta, Moraes pediu investigação sobre a atuação de Mendonça. O PGR, Paulo Gonet, pediu a anulação da investigação. Fachin deu cinco dias para manifestações.

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